Quando se atenuarem os conflitos e choques constantes entre as grandes empresas que gerem a inteligência artificial, poderemos ficar a saber de que modo é que ela foi utilizada para a intervenção norte-americana na Venezuela, no Irão e na sistemática destruição de Gaza. É sabido que a inteligência artificial essencialmente gere interesses e faz substituir sujeitos reais por outros artificiais, de modo a que ninguém saiba de facto que matou, quem mandou matar e quem repartiu territórios. A verdade é que o mundo que hoje conhecemos pouco tem a ver com o que conhecíamos há alguns anos. A Casa Branca, sem qualquer forma de pudor ou de contenção recorre a todos os instrumentos, concretizando os seus anseios imperialistas de ampliação do território que pretende dominar, desde a Gronelândia ao Canadá, passando agora por Cuba e por outros países cuja soberania ninguém punha em causa. Foi preciso vir uma administração de ‘cowboys’ com cavalos e carabinas prontas a disparar para que tudo se transfigurasse. O pior é que o Estreito de Ormuz não corresponde exatamente aos desejos de Trump e ninguém sabe ao certo o que e como virá a seguir.
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