Em 1920 o Prémio Nobel da Literatura foi entregue ao escritor Knut Hamsun, no mesmo ano em que nasceram Isaac Asimov e Ray Bradbury. Acontece que o escritor se tornou adepto da ideologia nazi e, sendo um escritor de talento, fez questão de encaminhar o seu prémio para Adolf Hitler, entregando fisicamente o galardão a Joseph Goebbels, que viria a tornar-se o feroz ministro da propaganda do regime nazi. Assim, o prémio, como nunca acontecera antes, acabou nas mão do ditador. Desta vez, a situação foi diferente. A líder da oposição venezuelana Maria Corina Machado, foi recebida por Donald Trump e, para corresponder ao seu ego obsessivo, fez questão de lhe entregar o Prémio Nobel da Paz, que ele tanto desejava. O prémio é inalienável, mas a medalha e o diploma não são. O narcisismo sem limites fez o resto e Trump ficou com a medalha para mostrar aos filhos e depois aos netos. Entretanto Trump não desiste de conquistar a Gronelândia, tendo já militares de vários países europeus na ilha gelada, no topo do mundo. Assim, os Estados Unidos, com a ganância de ocuparem a Gronelândia, irão ter, ainda que simbolicamente, quem lhe faça frente, o que será o golpe de misericórdia na desfalecida Nato, que não suporta Trump e a sua imperialista sede de expansão.
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