Longe vão os tempos encantados das décadas subsequentes à queda da URSS. Era a época em que todos os países, progressivamente convertidos às maravilhas do capitalismo, viveriam na paz perpétua do harmonioso intercâmbio económico, sob o chapéu da globalização. A época em que, sob o efeito exemplar do Ocidente, cada um democratizar-se-ia. Mas afinal a globalização serviu para a sobrevivência e reforço dos regimes autoritários. A actual grande potência emergente, a China, é o maior êxito da globalização, mas não dá qualquer sinal de democratização. Pelo seu lado, o autoritarismo soviético transmutou-se num autoritarismo de outro tipo, que resiste e rechaça os avanços da democracia na fronteira com a Europa. E há mais exemplos, como a Índia de Narendra Modi e a sua variante hindu do fascismo.
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Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
Depois da primeira volta, Seguro tornou-se também o candidato de grande parte da direita.
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