O cessar-fogo acordado há dias entre Israel e o Hamas é o enésimo de um conflito que já teve inúmeros protagonistas em 73 anos, que existe em estado de latência e explodirá novamente noutra ocasião qualquer. Entretanto, durante os 11 dias que demorou a recente confrontação, lá tivemos direito à costumeira rábula anti-israelita.
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Pelo que se consegue perceber, os EUA acreditaram tanto no êxito do Plano A que não previram Plano B.
Tal como na França do século XVII, tudo é bastante complicado. História do livro nem sequer acaba bem.
A oportunidade é má, mas Passos talvez não tenha outra.
É no comando das forças armadas que o presidente americano se torna o homem mais poderoso do mundo.
Trump ganhou porque os americanos estavam fartos de dogmatismos wokistas.
O próprio Seguro fez um discurso de vitória cheio de ambiguidades, oscilando entre promessas de cooperação institucional e uma atitude mandona, com cacetadas ao Governo sobre a gestão das tempestades
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