Marlon Correia era um jovem universitário de 24 anos, finalista de Desporto, assassinado no decurso de um assalto violento no Queimódromo do Porto. Este crime cobarde e ignóbil constitui uma das páginas mais negras da justiça em Portugal nas últimas décadas.
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A tese de suicídio parece manifestamente precipitada.
Quando aceitaremos que urge tratar um país que está doente?
É impossível exigir seriedade quando o exemplo de cima é a opacidade. Assim se mina a democracia.
Trump algemou o mundo inteiro tornando-o impotente para reagir a qualquer outra agressão futura.
O próximo ano assumir-se-á como o de viragem no mundo.
Foi profunda a desilusão ao acordar e constatar a dura realidade.
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