A nossa democracia veste-se com as cores de Abril. Diversas, alegres e garridas, deixando para trás tempos a preto e branco em que as relações entre patrões e trabalhadores eram puro fingimento. Os sindicatos corporativos de então limitavam-se a subscrever o que lhes apresentavam e, na Função Pública, nem isso acontecia porque os sindicatos eram proibidos. Os professores sabem como eram esses tempos de “comer e calar”. Os Grupos de Estudo, criados em 1970, foram ilegalizados (felizmente, dois meses depois as ruas encheram-se de cravos) porque os seus dirigentes ousaram pisar terrenos proibidos, promovendo ações em defesa da valorização da sua profissão. 50 anos depois não é possível ilegalizar organizações, mas há formas de as discriminar por não acompanharem a vontade do patrão, no caso o governo.
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Como se diz na minha terra, que “não se confunda o cu com as calças”.
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Defender a paz não é tomar partido por qualquer beligerante.
O próximo governo terá de tomar as medidas que faltaram.
Governo argentino recuperou classificações como “débil mental”.
É de esperar que este ano civil se aposentem mais de 4000 docentes.
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