Educar para a paz, a solidariedade e a tolerância é papel da escola, sendo aí que se inicia a formação cidadã do indivíduo. Nela se previne e começa o combate a problemas que preocupam a sociedade, incluindo o terrorismo.
É curta a escola que só ensina a ler, escrever e contar, mas foi a que o anterior governo quis impor. Extinguiu a formação cívica dos currículos e reduziu a mínimos ou eliminou educação e formação artística, cultural e tecnológica.
Educar para a paz e a ser solidário, promover a tolerância e ajudar a compreender diferenças culturais e outras que numa escola inclusiva se esbatem tem implicações positivas na sociedade. E só uma sociedade inclusiva, aberta e solidária é capaz de compreender dramas alheios e acolher quem se refugia de atos de intolerância e violência.
Essa escola orientada para a formação plena do indivíduo não constava do programa do governo que foi rejeitado há dias. Exige-se, agora, do Presidente da República que, no respeito pelo Parlamento, pela Democracia e pela Constituição, dê espaço à alternativa.
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