Em Dia de Reis, a fava saiu ao FC Porto. Uma trégua negociada entre a claque Super Dragões e a estrutura dirigente do clube criou condições para que o jogo com o Rio Ave não se transformasse num barril de pólvora à porta da fábrica dos fósforos. Mas nem assim a equipa e o treinador Julen Lopetegui encontraram a saída do labirinto em que o encontro se transformou. O empate final deixou o técnico encostado à parede.
A saída era inevitável, porque a ideia que prevalecia era a de que o FC Porto versão basca não tinha conserto, tão deteriorada estava a relação entre a bancada e o relvado. Ao ponto de terem estado presentes no estádio menos de 20 mil espectadores, seguramente porque muitos adeptos preferiram virar costas à equipa e ao técnico a ter de pactuar com uma trégua de fachada. Este foi o pior sinal de reprovação que poderia ter sido mostrado. Pinto da Costa percebeu a mensagem.
Os brindes calharam a Benfica e Sporting, ambos com triunfos gordos e exibições a condizer. Encheu a águia o papo, com seis golos, respondeu o leão com a mesma dose, pouco depois. O que deu um jeitão a Jorge Jesus para também ele encher o peito e atirar-se em força a Rui Vitória, num campeonato paralelo que muito promete.
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