O Sporting acertou o passo no campeonato a meio da semana (tal como o Gil Vicente) e mantém a invencibilidade no Campeonato. Ao cabo de cinco jornadas, está a dois pontos do líder Benfica. Que é a outra equipa invicta na Liga e que está a bater recordes de quase quatro décadas, com o arranque cem por centro vitorioso na prova. Merece, por isso, nota de elevado crédito a equipa de Alvalade. É verdade que não joga ‘futebol champanhe’. Mas, a espaços, vê-se ali um espumante de razoável qualidade. Há frescura, há alegria, chega a ser divertido – a espaços, repete-se – ver jogar este Sporting. No contexto, há que tirar o chapéu a Rúben Amorim. Pela coerência e até pela coragem. O treinador tem uma ideia de jogo definida e está disposto a viver e a morrer com ela. O esquema é conhecido: três centrais raçudos, dois alas bem abertos, dois combatentes no miolo e três unidades de grande mobilidade no ataque. É com esta tática que Amorim vai para a guerra. E é com ela que luta até ao limite. Esteja a equipa a jogar bem ou a jogar mal (como aconteceu na quarta-feira com o Gil Vicente). Esteja a ganhar ou a perder. Seja contra o FC Porto ou frente ao Santa Clara. Mudam as peças, fazem-se cambiantes com o jogo em andamento, mas o modelo nunca se altera. O sistema é aquele e ponto final.
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