Rodrigo Zalazar, um dos mais talentosos jogadores a atuar na Liga portuguesa, deixou bem vincada a sua veia artística no dérbi minhoto. Marcou dois golos, um deles a culminar excelente jogada individual, e fez uma assistência para Ricardo Horta, na forma de um vólei de calcanhar. Duas obras de arte. A exibição do médio uruguaio do Sp. Braga acabou assim por ser uma redenção. Desde logo porque culminou numa semana na qual tinha sido visado pelos próprios adeptos do clube, depois de ter dado uma entrevista na qual tecia loas ao Benfica. Logo houve quem o acusasse de estar com a cabeça noutro sítio; Depois, porque tinha contas a ajustar com a formação vimaranense, acerto pendente desde a final da Taça da Liga, há pouco mais de um mês. Relembremos: com o resultado em 2-1, a favor do Vitória, quando se cumpria o décimo minuto de compensação após os 90 regulamentares, Zalazar tem o empate na ponta da bota. Mas falha o penálti, o que atiraria a decisão para mais adiante. Por tudo isto, este jogo na Pedreira foi especial. Como que a provar que no futebol, como na vida, deve sempre lutar-se por uma segunda oportunidade.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Zalazar acertou contas consigo mesmo frente ao rival de Guimarães.
Tudo na vida de Anísio parece estar a acontecer muito depressa.
Bernardo Fontes brilhou frente ao Benfica, com dez defesas.
Bolas paradas com ambos os pés? Não é para todos...
Aos 24 anos, Geny atravessa o melhor momento da carreira.
Na dinâmica de grupo, Suárez dá mais à equipa do que dava Gyokeres.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos