Desejo as maiores felicidades ao prof. Fernando Araújo na direcção executiva do SNS. Ele deve saber no que se está a meter. Eu, com olho cínico e rutilante, dei uma espreitadela nas suas competências - coordenar respostas assistenciais, assegurar funcionamento em rede, melhorar o acesso dos cidadãos a cuidados médicos - e encontrei, basicamente, as funções típicas do ministro da Saúde agora despejadas em cima de um director-executivo. Tem as suas vantagens - para o ministro: se o caos continuar, a responsabilidade não será depositada à porta do governo.
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A serenidade do dr. Montenegro é, em teoria, de uma elegância exemplar.
Foram críticas subtis que contrastam com a verborreia imprudente dos líderes europeus eleitos.
É uma bela ideia, que ignora um pormenor desconfortável: a realidade.
Aguiar-Branco fez bem em alertar para estes riscos, que só uma reforma séria do sistema eleitoral e da vida interna dos partidos poderá mitigar.
Nas costas dos outros vejo as minhas, diz o povo. Carneiro que guarde as dele.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
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