Do Presidente da República ao mais humilde comentador, todos concordam que as europeias são o grande teste do PSD. Todos? Não. O próprio PSD desvaloriza o acto e aponta antes para as autárquicas de 2025. Como acontecia nos gloriosos tempos de Rui Rio, as eleições que interessam nunca são as próximas; são sempre as próximas a seguir às próximas.
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Ainda teremos saudades da velha teocracia iraniana.
O estilo lúdico de Marcelo é o melhor de Marcelo: num país ‘engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano’, terei saudades deste jogral.
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
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