Diz a sabedoria instalada que não se pode ‘normalizar’ o Chega. Penso o contrário. É normalizá-lo, rapidamente e em força. Normalizar não significa concordar com as ideias da tribo. Significa não lhe conceder mais importância do que merece. Como? Por exemplo, elegendo um representante da agremiação para a vice-presidência da AR, coisa que o PSD tentou fazer para fechar essa novela fétida que só serve para André Ventura se lamuriar - e agigantar.
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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