Catarina Martins, com o seu humor característico, afirmou que a TAP, se quiser dinheiro dos contribuintes, tem que cumprir as rotas que o governo determinar. Confesso que ri. No mundo dos adultos, a lógica deve ser exactamente a inversa: se há dinheiro público, a prioridade é rentabilizá-lo. O que significa, em princípio, que as empresas sabem quais as rotas mais lucrativas, sobretudo em período de crise, e mesmo com financiamento estatal. É assim em toda a Europa.
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Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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