Quando Donald Trump perdeu a eleição, a rábula da fraude servia um propósito: preservar o seu ‘capital eleitoral’ para um regresso revanchista. Os números estavam com Trump: informa a ‘Economist’ que, na hora da derrota, 90% dos republicanos continuavam a aplaudir o chefe.
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Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
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