Perante a especulação do grande capital, o governo já pondera, contra a opinião do seu ministro da Economia, fixar os preços dos bens essenciais. É uma belíssima ideia, embora me pareça incompleta: de que vale tabelar estas coisas sem começar a imprimir, ao mesmo tempo, as senhas de racionamento que serão usadas depois? A cebola, hoje, pode levar qualquer um às lágrimas. Com o preço fixo, custará os próprios olhos da cara (no mercado negro, claro).
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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