A vítima é o herói do nosso tempo, escreveu o filósofo italiano Daniele Giglioli, e não se enganou: lemos ou vemos ou escutamos as notícias. E metade das matérias lidam com vítimas, reais ou imaginárias, que desfilam as suas dores perante o nosso olhar condoído. Se Nietzsche abominava a cultura ressentida que enterrou o espírito heroico da Antiguidade, tremo só de pensar o que teria dito do masoquismo instalado no século XXI.
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Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
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