Ainda me lembro: quando o bicho apareceu por aí, o Porto foi apresentado como um caso singular. Havia infectados por lá e os nativos, nos dizeres de uma televisão, eram gente analfabeta e cavernícola, que se contaminava por desporto.
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Passos são, como sempre foram, longos, tormentosos e politicamente incertos.
A ‘geringonça’ salvou a carreira política de António Costa e exportou-o para Bruxelas.
Luís Montenegro segue esta escola. A ministra da Administração Interna, jurista respeitável, desempenhava desde o início um papel que não era o dela.
Já ficava feliz se o governo comunicasse com o país em português de gente.
A fúria da natureza não se verga perante cartões partidários.
Numa democracia madura, as eleições não são um incómodo a gerir, mas um dever a cumprir.
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