Nas touradas, é comum dizer-se que um matador teve uma noite de triunfo ao cortar uma orelha do touro. A partir do passado sábado, uma orelha passa também a valer um triunfo garantido na política. Ao sobreviver ao chocante atentado de que foi alvo durante um comício na Pensilvânia com apenas um arranhão na orelha, Donald Trump acaba de garantir a reeleição para a Casa Branca e, provavelmente, com votação-recorde. O povo gosta de mártires e o rosto ensanguentado de Trump é o melhor cartaz da campanha que os republicanos poderiam sonhar. Após anos a instigar a violência política e a dividir a sociedade americana, Trump pode agora - e vai fazê-lo certamente - gritar aos quatro ventos que os maus, afinal, são os outros.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
A guerra que era suposto durar três ou quatro semanas continua e não dá sinais de estar perto do fim.
Trump lançou a guerra sem ouvir ninguém, mas agora que arrastar os aliados.
Mais uma vez, os EUA começaram uma guerra sem saber como a vão terminar.
Cuba enfrenta uma das suas mais graves e perigosas crises.
Trump 'ressuscitou' programa nuclear iraniano para justificar as ameaças ao país.
Enquanto Trump for presidente, será muito difícil aos aliados voltarem a confiar nos EUA
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos