Nas últimas semanas, as ameaças de Donald Trump à Gronelândia e, mais recentemente, ao Irão, têm disputado a atenção mediática internacional com as revelações bombásticas dos ficheiros do caso Epstein. Mas, longe dos holofotes mediáticos, há um país à beira do colapso por causa da ação indireta dos EUA. Privada do petróleo venezuelano que mantinha a sua economia a funcionar, mesmo que de forma precária, Cuba enfrenta por estes dias uma das suas mais graves e perigosas crises. Os ‘apagões’ sucedem-se, há escolas, empresas e serviços essenciais a fechar para poupar energia e até o turismo - praticamente a única fonte de divisas do país - já está a ser afetado, com várias companhias aéreas a deixarem de voar para a ilha por falta de combustível para reabastecer os seus aviões. Diplomatas no país avisam que não falta muito para a comida começar a escassear nos mercados e a população revoltada sair à rua. Sem ameaças diretas, sem ultimatos ou porta-aviões a caminho, Trump talvez esteja perto de fazer aquilo que nenhum outro presidente dos EUA conseguiu em quase sete décadas.
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