É dos segredos mais mal guardados: há um cartel de empresas de meios aéreos de combate a incêndios florestais. Já se sabia desde pelo menos 2017, quando 116 morreram cá e essa polémica estourou em Espanha, com notícias a responder à questão: "quem ganha dinheiro quando arde Portugal"? Já este ano, em Madrid, algumas empresas que por cá ainda lucram foram condenadas por cartelização. Mas uma coisa é fazer dinheiro com os fogos - e os meios aéreos deram a ganhar a privados mais de mil milhões de euros em 15 anos; da mesma forma que é necessário investigar os contratos dos camiões, cuja segurança foi denunciada, e, também aqui, onde há fumo há fogo. Outra é atear os fogos. E convém não as confundir. A floresta continua desordenada e sem dono; a prevenção insuficiente; e por aí em diante. Não é culpa só dos pirómanos. Tal como é incendiário um ministro/líder partidário minimizar e tentar desarmar a investigação da Polícia Judiciária a este cartel dos fogos, afirmando: "habituei-me já muitas vezes a ver grandes parangonas de jornais com grandes processos que depois acabam em coisa nenhuma". Não olvidar que as pessoas esquecem-se do que lhes disseste, mas lembram-se sempre de como as fizeste sentir.
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