Manuel João Vieira não é para ser levado a sério. Nem quer. O tom jocoso com que fala da sua candidatura a Belém e as suas promessas absurdas fazem rir e tornaram-se virais. Mas também fazem pensar. No meio de tanta coisa ridícula que se passa no País, o icónico vocalista dos Ena Pá 2000 e dos Irmãos Catita brinca com assuntos sérios e dá um abanão no povo adormecido. Não há bocejos quando o escutamos, nem mudamos de canal. É bom demais! Músico, artista plástico, professor, Manuel João já tentou concorrer à Presidência da República por várias vezes e cada vez com mais assinaturas. Com o lema de campanha ‘Só desisto se for eleito’, diz querer “ser mais absurdo que o pato Donald Trump”. Assume ser de “extremo-centro”, promete amor e um psicanalista, vinho canalizado (do bom!), fontes de bagaço, um Ferrari, uma patinadora russa ou um dançarino cubano para cada cidadão. Propõe uniformizar o tom de pele de todos os habitantes para acabar com o racismo e pôr os portugueses a torcerem pela mesma equipa - a Equipa Nacional - para acabar com as rivalidades desportivas. Manuel João faz-nos rir, numa altura em que a política é, também ela, uma palhaçada. Mas mal feita.
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