Um em cada cinco adultos sofre mais com a morte do animal de estimação do que com a de uma pessoa próxima. É a conclusão de um estudo publicado na revista científica ‘PLOS ONE’, que mostra como a morte de um animal de estimação pode desencadear Perturbação de Luto Prolongado (PGD), uma condição já reconhecida pela OMS mas que, por definição oficial, só pode ser diagnosticada após a morte de um ser humano. Ainda assim acho que um em cinco é pouco. Já para não dizer que é muito subjetivo, pois depende da pessoa. Estamos a falar do nosso animal de estimação, aquele companheiro que nos adora mais do que tudo na vida, que olha para nós como se fossemos deuses, que faz uma festa quando entramos em casa e chora quando saímos, que confia cegamente em nós, que é cem por cento leal, que nos consola quando estamos tristes, que nunca nos abandona estejamos ricos ou pobres, que não nos julga independentemente do que fazemos, que sofre como mais ninguém quando partimos. Nunca depende do animal, mas depende do ser humano. E uma das coisas que define o valor de uma pessoa é o seu amor e respeito pelos animais. O resto nem merece luto.
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O nosso animal de estimação é aquele companheiro que nos adora mais do que tudo na vida.
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