Na terça-feira, altos funcionários dos serviços de imigração defenderam a campanha de deportação em massa de Donald Trump no Congresso dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, uma sondagem da NBC revelou que 43% dos norte-americanos quer a reforma do ICE, 29% quer a sua abolição e 29% defende que a milícia deve continuar como está. Ou seja, ainda assim, depois de tudo o que aconteceu, há um empate entre os que querem acabar de vez com o ICE e os que preferem mantê-lo como está. E eu que, na minha ingenuidade, acreditei mesmo que esta política anti-imigração iria ditar o fim do reinado de Trump, porque é, de longe, a sua maior loucura. O país aguenta muita coisa, mas ver americanos a serem executados na rua em plena luz do dia não é uma delas. O ICE tem sido um desastre do princípio ao fim e, se não for travado, mais tragédias virão. E pensar que se não fosse o sacrifício (desnecessário) de Renee Good e Alex Pretti, a milícia podia andar hoje a matar imigrantes ilegais a tiro sem enfrentar metade do escrutínio... Mas uma mãe de família e um enfermeiro, brancos, de classe média? Isso, para a maioria dos norte-americanos, não é aceitável.
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