Quando as coisas ficam feias, quando o mundo parece estar a desmoronar-se, quando vejo a esperança a desaparecer e o abismo a perder o fundo... oiço o Paulo Rangel. Com a sua calma, o seu otimismo, a sua confiança de que tudo vai ficar bem. Esta semana, Vladimir Putin advertiu que Moscovo está preparado para travar uma guerra com a Europa. Vale a pena começar a comprar papel higiénico e latas de atum? Não, o ministro dos Negócios Estrangeiros diz que não há nada a temer. “Sinceramente, eu acho que sobre essa ameaça em concreto não devemos estar preocupados”, afirmou. Pronto, nesse caso espero por uma promoção. Espera lá, então e os ataques terrestres na Venezuela prometidos por Trump? “Não há nada que justifique alarme”, garante. Aliás, ele acredita que Nicolás Maduro é um coração mole e até verteu uma lágrima ao ouvi-lo cantar ‘Image’ de John Lennon. Então e o golpe de Estado na Guiné-Bissau? “Nada que mereça alguma atenção especial”, responde. É verdade que expulsaram os jornalistas da RTP e da Lusa, mas tirando isso é tudo malta porreira e atinada. Por isso, já sabem. Quando virem Paulo Rangel preocupado... já vão tarde.
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