O julgamento do processo Marquês continua a arrastar-se como um ritual vazio, mais próximo de uma encenação do que de uma verdadeira procura de justiça. A própria juíza admitiu que a sessão serviu apenas para cumprir calendário, o que diz muito sobre o estado a que isto chegou. Com José Sócrates no centro, o caso ganha contornos quase absurdos: advogados que surgem com procurações inesperadas, recusam apresentá-las e ainda condicionam o andamento do processo às suas exigências. Tudo isto perante uma justiça que parece tolerar manobras dilatórias. A ameaça constante da prescrição paira como um desfecho anunciado - e profundamente injusto. Para muitos portugueses, mais do que um caso judicial, tudo isto se tornou um símbolo de descrédito das instituições e de desigualdade perante a lei. Uma vergonha, dirá seguramente a maioria.
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Para muitos portugueses, mais do que um caso judicial, tudo isto se tornou um símbolo de descrédito.
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