Celso Filipe
Diretor-adjunto do Jornal de NegóciosAngola não pode mudar o que ficou para trás, mas deve usar as lições desse passado para construir um futuro melhor. É verdade que dos 50 anos de independência, 27 foram vividos em guerra. Este é um argumento plausível para justificar atrasos no desenvolvimento do país, embora insuficiente para legitimar o atual “status quo”. Mesmo com todos os constrangimentos, Angola devia estar num patamar superior de bem-estar social. Sendo um país rico, Angola tem-se equivocado na distribuição de riqueza.
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