Se há poucas camas de Cuidados Intensivos no Serviço Nacional de Saúde, e outros escassos recursos, temos duas soluções: requisição civil dos privados da saúde ou o reforço dos hospitais públicos. O que nenhum governo pode fazer é não cumprir nem uma nem outra mas trancar os cidadãos apenas porque é fácil e barato. Comecemos pela primeira alternativa: a Lei de Bases da Saúde prescreve que, em emergência, o executivo toma as medidas de exceção indispensáveis, se necessário mobilizando as entidades privadas.Por pessoa, um mês custar-nos-á 50 mil euros. Afinal, com essas verbas, quantos enfermeiros, médicos e outros meios seria possível financiar para o setor público? Silêncio, que se vai cantar o fado.
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Por Carlos Rodrigues
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