Luís Tomé
Professor Catedrático de Relações InternacionaisPara a 15ª Cimeira do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) de 22-24 de agosto, em Joanesburgo, foram convidados dirigentes de outros 67 países, maioritariamente africanos, até porque o tema é “BRICS e África: Parceria para um Crescimento Mutuamente Acelerado, Desenvolvimento Sustentável e Multilateralismo Inclusivo”. O principal ponto da agenda é o alargamento do BRICS: mais de 40 países (incluindo Arábia Saudita, Irão, Argentina, Indonésia, Egipto e Etiópia) manifestaram interesse, mas se a China e a Rússia encaram o alargamento como forma de expandirem a sua influência global, a África do Sul e o Brasil resistem temendo perder relevância num grupo alargado, e a Índia permanece indecisa. Serão também discutidas formas de financiar o Novo Banco de Desenvolvimento ou “Banco BRICS” e deste conceder empréstimos, bem como o seu alargamento: Bangladesh, Emirados Árabes Unidos e Egipto aderiram em 2021, o Uruguai está a meio do processo, e Argélia, Honduras, Zimbabué e Arábia Saudita querem aderir. Independentemente dos resultados concretos desta Cimeira, o BRICS + representa uma certa “ordem internacional etnocêntrica”.
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