Acabaram com as reuniões do Infarmed. Já a equipa de peritos da DGS não debate desde Fevereiro. E pretendem terminar com os debates quinzenais no Parlamento. Qualquer dia enterram a democracia. A suspensão dos ditos encontros para discutir a situação epidemiológica em Portugal impede os partidos de fiscalizar a gestão da crise, pelo menos até Setembro. A decisão foi uma surpresa, pelos vistos por cá a pandemia já acabou (mesmo que cada vez mais países digam o contrário), e lá se vai a colaboração mais estreita entre especialistas de saúde pública e políticos. Ficam estes últimos. Os mesmos que alimentam o cada vez maior esvaziamento do Parlamento, como é o caso do PS e do PSD que pretendem agora reduzir o escrutínio que os partidos podem (e devem fazer) ao Governo e ao processo de construção europeia, contrariando as melhores práticas internacionais e uma recente tradição (das poucas positivas) do nosso hemiciclo. Eis os deputados a trabalhar menos quando aquilo que os eleitores (muitos abstencionistas incluídos) pretendem é que os seus representantes trabalhem mais e melhor. Enquanto isto, o executivo declarou que vai monitorizar as redes sociais. Para isso já tem tempo e dinheiro. Tire a máscara e sorria. Está a ser tramado.
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Por Carlos Rodrigues
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