Normal, ele acabava de fazer um belo golo. Mas insólito porque os dois eram adeptos do Real. Ontem, uma notícia breve, aqui no CM – George Best melhora –, lembrou-me que já fui como aqueles dois madrilenos. Há quase 40 anos, fui ver o meu primeiro jogo como sócio: Benfica-Manchester.
Os meus apanharam 1-5, e na Luz! À minha volta chorava-se, rasgavam-se cartões de sócio ou debandava-se... Mas eu mantive os olhos bem abertos e fascinados. Graças a isso vi o nascimento para o Mundo de um dos melhores jogadores de sempre: Best! Nunca esquecerei que lhe devo isso: ensinou-me, com arte, que ter amores não obriga ao uso de palas.
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Por Carlos Rodrigues
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