Até agora, ainda não houve um golo na Liga que não tivesse sido legal. Já houve bolas que entraram e festejos de jogadores, técnicos e espectadores, sobretudo os dos recintos... até que o vídeo-árbitro, bem, entrou em ação e acabou com aquilo, repondo a verdade desportiva. O que continua em discussão e a deixar muitas dúvidas sobre essa mesma verdade desportiva são outros lances - os que não admitem duas opiniões - como as entradas mais do que duras, mesmo violentas, que escaparam ao árbitro e ao vídeo-árbitro.
Que não tenham sido vistas pelo árbitro, aceita-se. Pelo vídeo-árbitro, não. Não e não. É por isso que se saúda a decisão do Conselho de Arbitragem em castigar Vasco Santos, o vídeo-árbitro que não viu a violência exercida por Eliseu sobre Diogo Viana, no Benfica-Belenenses. Um erro destes não podia ficar impune. E não ficou. Convém lembrar, ainda, que Vasco Santos é um dos ‘padres’ associados ao Benfica que aparecem nos mails divulgados pelo canal do FC Porto. E, azar dos azares, na primeira vez que o Conselho de Arbitragem nomeou, esta época, um desses ‘padres’ para uma ‘missa’ em que estivesse envolvido um dos três grandes, a ‘coisa’ descambou para o ‘torto’. Ou seja, Vasco Santos garantiu (!!!???) que não viu o que toda a gente viu. Até o próprio Conselho de Arbitragem viu. E por isso o castigou.
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