Não são os quatro golos ao Belenenses, conseguidos em 38 minutos, que cristalizam este facto: Carlos Bueno, ex-companheiro de ataque no Sporting, marcou os mesmo quatro golos em menos tempo, há três anos, frente ao Nacional, e isso pouco ou nada acrescentou à sua mediocridade. Não. O que canoniza o ‘Levezinho’ e o projecta à condição de ‘fora-de-série’ é a consistência que revela como jogador e goleador.
Também a capacidade de se ‘reinventar’ sempre que críticos e analistas começam a fazer contas ao tempo que leva sem fazer golos. Em Belém, caminhava para o sexto jogo em branco na Liga e zás, tomem lá quatro de uma vez, por conta desse jejum. Nenhum grande goleador que se preze passa tantos anos num clube sem deixar um registo assim.
A Liedson, contudo, os adeptos leoninos já não lhe exigiam uma façanha destas para o entronizar, nem mesmo num ano em que os motivos para festejar têm sido tão escassos. Quanto não vale uma pérola destas?
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Por Carlos Rodrigues
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