Há 30 anos, não havia na TV programas curtos. A indústria não tolerava o modelo, apesar de ter conteúdos em segmentos, como os quadros cómicos, ou sketches. Eu pude fazer programas sobre obras de arte portuguesa, com três minutos, para a RTP, no final dos anos 80, que foram utilizadíssimos, pela pior razão: tapavam um buraco quando o ‘Telejornal’ se atrasava, o que na época acontecia diariamente. A relutância da TV foi tal que obrigou a medição de audiências a excluir o curto ‘Contra-Informação’ dos dados divulgados.
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Por Carlos Rodrigues
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