Passou mais uma jornada do nosso circo de milhões, onde continuam a existir palhaços ricos e gladiadores de ocasião. Jogo após jogo, árbitros, treinadores e dirigentes são mais protagonistas do que os jogadores. Mas sempre pela negativa. Multas nem vê-las ou são para rir. Castigos só a alguns e depende de interesses superiores. Roubar pontos aos grandes parece proibido neste futebolzinho de mentalidades retrógradas. E depois ainda se fala em centralização dos direitos televisivos. Para vender o quê? Futebol podre que ninguém quer? Espetáculos onde os nossos os filhos assistem a cenas de violência, muitas vezes gratuita?
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