Em pleno século XXI, um outro holandês prepara mais um pacto com o Demo. A combinação diz que quando um banco estiver em dificuldades e os seus acionistas não tiverem dinheiro para o salvar, são os clientes que pagam com os seus depósitos. O nome deste capitão tresloucado é Jeroen Dijsselbloem e é, desgraçadamente, o presidente do Eurogrupo.
Se o homem não arrepiar caminho, é toda a barca da Zona Euro que ficará condenada a navegar para sempre nas ondas revoltas da desconfiança e da recessão. Eu, que sou português, dou-me mal com fantasmas e mitos estrangeiros. Se é para ir ao fundo, prefiro que seja com o Adamastor de Camões ou com o Mostrengo de Pessoa.
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Por Carlos Rodrigues
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