O empate do Benfica com a Naval deixou o Sporting sozinho a discutir o título com o Porto numa altura em que o clube se prepara para discutir o próprio futuro numa das assembleias gerais mais decisivas da sua história.
A dívida é assustadora e no meio de tanto ruído a verdade é que ainda não houve uma voz que explicasse tintim por tintim como é que o clube geralmente apontado como modelo de ‘gestão racional’ conseguiu acumular um passivo de 300 milhões.
Em ano de Centenário, a convulsão interna do Sporting só não é dramática porque a equipa de futebol está a fazer uma campanha surpreendente no campeonato. A 2.ª volta dos ‘leões’ [oito vitórias e um empate; golos: 16-3] tem sido sensacional e tudo aponta para que o título seja decidido numa finalíssima em Alvalade, o Sporting-Porto da 30.ª jornada.
O treinador Paulo Bento, aprecie-se ou não o estilo, tem sido uma das poucas figuras consensuais no conturbado universo sportinguista, e aquele que mais tem feito para conseguir algo de relevante no ano do Centenário. O clube parece minado e se ainda passa para fora uma imagem de [relativa] coesão isso deve-se unicamente ao trabalho de Bento e aos resultados da equipa de futebol. Quem diria.
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Por Carlos Rodrigues
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