Sem esse esforço, grande parte da Amazónia brasileira pertenceria agora a várias das repúblicas que resultaram do império espanhol. Entre esses aventureiros, destaca-se Pedro Teixeira, um bairradino de Cantanhede que, em 1637, capitaneou uma expedição que partiu do Maranhão com 45 canoas, setenta soldados e 1200 indígenas. Subiu o rio Amazonas e chegou a Quito, a atual capital do Equador, uma odisseia de 10 mil quilómetros. Perante este feito, o que a seleção portuguesa tem a fazer é muito simples.
Não se queixem do clima: Pedro Teixeira enfrentou pior, além de não saber o que iria encontrar. Quanto à América, é apenas uma equipa organizada, que comete poucos erros. Com cabeça e algum espírito de sacrifício, Portugal pode ganhar e honrar a memória dos bravos lusitanos que tornaram possível que o Brasil tenha hoje uma dimensão continental.
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Por Carlos Rodrigues
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