page view
Armando Esteves Pereira

Armando Esteves Pereira

Diretor-Geral Editorial Adjunto

Perto do caixote do lixo

28 de abril de 2010 às 00:30

Portugal vai ter de apresentar medidas concretas aos mercados para deixar de ser a vítima. Isso significa mais austeridade. O Estado tem de gastar menos e arrecadar mais receitas. A forma como o vai fazer é uma decisão política. Porém, o maior drama num país tão endividado é o acesso ao crédito, que as empresas já estão a sofrer. O Estado paga 5% em obrigações a dois anos, sendo que quatro quintos é de prémio de risco. Os bancos têm de ir lá fora renovar o crédito. Se esta crise não desaparecer rapidamente, os bancos portugueses não conseguirão crédito à barata Euribor: têm de pagar um prémio idêntico ou superior ao do Estado. Se esta crise não acabar, os quase dois milhões de famílias com hipoteca podem esperar uma pressão para a subida dos juros e para a Euribor deixar de ser a referência dos contratos.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Exclusivos

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Heróis do Mar

Portugal está presente em cada cidade onde a portugalidade e os portugueses estejam.

Que lástima, André

Presidente do FC Porto não é o que parecia, para desilusão de muitos e espanto de quase todos

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8