Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoPortugal vai ter de apresentar medidas concretas aos mercados para deixar de ser a vítima. Isso significa mais austeridade. O Estado tem de gastar menos e arrecadar mais receitas. A forma como o vai fazer é uma decisão política. Porém, o maior drama num país tão endividado é o acesso ao crédito, que as empresas já estão a sofrer. O Estado paga 5% em obrigações a dois anos, sendo que quatro quintos é de prémio de risco. Os bancos têm de ir lá fora renovar o crédito. Se esta crise não desaparecer rapidamente, os bancos portugueses não conseguirão crédito à barata Euribor: têm de pagar um prémio idêntico ou superior ao do Estado. Se esta crise não acabar, os quase dois milhões de famílias com hipoteca podem esperar uma pressão para a subida dos juros e para a Euribor deixar de ser a referência dos contratos.
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