Confesso que não gosto do meu computador quando, no momento em que começo a escrever, ele me lança mil ameaças como se aquilo que escrevo se não destinasse a uma pequena ou grande multidão que não perdoa a falha de uma vírgula como há pouco aconteceu numa publicação portuguesa. É verdade que nós, autores dum pequeno ou grande texto, nos armamos frequentemente em juízes severos da comunidade a quem nos dirigimos, como se cada uma das palavras que escrevemos fosse sentença do juízo final.
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Por Carlos Rodrigues.
A velha lógica clientelar que comprou o SIRESP continua a matar hoje.
Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
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