Na quarta-feira o país foi assolado por uma tempestade sem precedentes, deixando atrás de si um rastro de destruição, sobretudo nas regiões de Leiria, Coimbra, Santarém e região Oeste do distrito de Lisboa. O impacto imediato foi brutal na vida de milhares de pessoas atingidas, havendo a lamentar nove vítimas mortais directa ou indirectamente provocadas pelos efeitos da tempestade. Milhares de empresas ficaram seriamente afectadas e comprometidas, e infraestruturas críticas como distribuição de energia, água e telecomunicações colapsaram com a passagem de ventos que ultrapassaram os 200 km/hora. Grandes extensões de estradas e ferrovia ficaram seriamente afetadas e vastas áreas do nosso património natural ficaram de rastos, como aconteceu no martirizado Pinhal de Leiria. O pior de tudo, tirando as mortes, é testemunhar o desespero e angústia das famílias que ficaram literalmente sem tecto, muitos também sem trabalho e sem fonte de rendimentos para levarem a vida por diante. É neste contexto dificílimo que devemos olhar para as medidas apresentadas por Luís Montenegro com um mínimo de racionalidade e sem demagogia. Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas. Não dá. Por isso, descontando inevitáveis deslizes e falhas do Governo, que sempre as há, é preciso dar um voto de confiança a um plano de emergência que realmente apoia quem precisa de ser apoiado, com rapidez e eficácia. O resto é política.
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