O elogio da prudência
Ninguém sabe se estamos a meio da crise, no fim ou no princípio.
Ninguém sabe se estamos a meio da crise, no fim ou no princípio.
Enquanto disputam o protagonismo da oposição, o governo olha pela vida das pessoas.
O que importa é berrar, e se berrar sozinho tanto melhor.
As férias acabam. A batalha parlamentar recomeça.
Existe uma diferença entre escrutinar o poder e substituir-se a ele.
Um Governo não é apenas uma agência de comunicação com ministros.
Um país sério não escolhe entre fronteiras e direitos. Protege ambos.
Exigem-se resultados antes de haver tempo para produzir resultados.
Investigar contratos ou responsabilidades políticas é legítimo
Na habitação, o moralismo produziu escassez.
A política passou a correr ao ritmo das notificações.
PS terá de responder se quer ser alternativa de Governo ou só oposição.
Nenhuma reforma é perfeita. Mas uma coisa é corrigir, outra impedir.
Seleções representam muito mais do que uma equipa de futebol.
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