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Esta asserção tão enxuta e, ao mesmo tempo, tão pletórica de verdade merece reflexão nos dias que correm, dias de desalento e angústia, de perplexidade e desmotivação. Em tempos de crise, tudo se pretende justificar, restringem-se direitos, sacrificam-se expectativas em nome de necessidades reais ou imaginárias, encetam-se árduas discussões em feira de exibicionismos oratórios, desfilam pseudointelectuais que sugerem célere mudança de leis, imputa-se à Justiça o estado da economia, reclamam-se alterações sem bem saber quais, debitam--se irrealismos nas pantalhas televisivas.

É neste quadro, cada vez mais sombrio, que o juiz deve manter, como sempre, uma postura de isenção, de serenidade e de serviço, para que possa sentir a grande felicidade de acudir àquela mão aberta do cidadão à espera da Justiça, que só o juiz lhe poderá conceder.

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