À falta de Arnold Schwarzenegger temos Alexandre Frota, à míngua de Woody Allen temos José Castelo Branco. Mas, sem eles, a ‘1.ª Companhia’ seria uma espécie de recruta feita por mancebos cansados que só despertariam bocejos nos espectadores. Com eles faz, pelo menos, rir. O que nos dias que correm é quase um balão de oxigénio na nossa televisão, onde o humor é tão mal tratado.
Mas, ao pé de ‘Senhora Dona Lady’, a ‘1.ª Companhia’ parece um monumento em louvor da qualidade. Se ‘Esquadrão G’ não é genial mas é inofensivo, ‘Senhora Dona Lady’ é um programa que não ilude ninguém: é uma brincadeira que não diverte. Nem, muito provavelmente, quem o faz.
Hoje a televisão é muita maquilhagem e pouco conteúdo. Mas, ao menos, espera-se que o pó-de-arroz não seja mal colocado.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Por Carlos Rodrigues
A contratação pública continua a ser uma espécie de queijo suíço.
No digital todas as palavras deixam impressão.
Ser centurião é fazer da ética uma disciplina constante e do serviço uma expressão duradoura do carácter.
Anunciado corte nas pensões continua a gerar profunda preocupação.
A Inteligência Artificial sem mediação humana é perigosíssima.