Há uma razão para a “diplomacia de interesses” ou para a ‘realpolitik’, como sintetizam os comentadores diários de assuntos gerais: é que o interesse é a nossa salvação num mundo desorganizado. É tentador voltar a Hobbes (“o homem é lobo do homem”) agora que Donald Trump , depois de tomadas as devidas drogas, deixou de ser isolacionista e adepto da “diplomacia de interesses” – e resolveu ser general do mundo. A questão é esta: para se ser general de terreno (não de estúdio de televisão) é necessária a inteligência emocional e conhecimento do mundo que Trump não tem, e que os seus bobos manifestamente ignoram. A maior vantagem da “diplomacia de interesses” é que é do nosso interesse que haja liberdade de comércio, estabilidade das moedas, trigo nos celeiros e uma certa previsibilidade dos exércitos. Trump não garante nenhuma dessas vitórias do génio humano (porque simplesmente desconhece esses valores). Os EUA serão o único grande derrotado, a médio prazo. Demorarão muito tempo a recuperar o lugar que perderam.
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