Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoPedro Passos Coelho saiu ontem da cena política. Ainda é demasiado novo para se saber se é um adeus definitivo, ou um interregno. Mas no fim deste ciclo é justo dizer que chefiou um governo com a missão patriótica de gerir um doloroso resgate da troika e conseguiu levar o País a bom porto. A retoma que hoje vivemos tem os seus alicerces nesse executivo.
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