Vamos fazer contas. Temos um tabu, o mais importante, com a questão de saber quem acionou o SIS, no caso do célebre computador do ex-assessor de João Galamba. Depois, associado com este, temos o tabu do secretário de Estado Mendonça Mendes, que não abre o bico para esclarecer se deu indicações sobre a atuação do SIS.O que precisamos é de resultados concludentes, não de versões escorregadias e sem credibilidade, como a de Galamba, ou a dos fiscalizadores do SIS. E, para isso, os tabus deste ou daquele pouco resolvem. São apenas pasto para o circo político-mediático de cada dia.
Ontem, surgiu o microtabu em torno da magna questão de saber com quem conversou Marcelo. Por fim, temos a embrulhada de saber se deve ou não haver uma comissão de inquérito a propósito da atuação dos serviços de informação.
Os ‘melhores’ da República estão metidos numa guerra cada vez mais incompreensível. É óbvio que as suspeitas sobre a ilegalidade da atuação do SIS são fundadas e devem ser investigadas. Mais do que numa comissão parlamentar, pela própria Justiça.
É essencial saber se o computador foi aberto, enquanto esteve na posse do SIS e dos serviços informáticos do Governo. Se foi aberto, será muito grave. Se foi retirada informação ou se o aparelho foi reformatado, seria gravíssimo.
O que precisamos é de resultados concludentes, não de versões escorregadias e sem credibilidade, como a de Galamba, ou a dos fiscalizadores do SIS. E, para isso, os tabus deste ou daquele pouco resolvem. São apenas pasto para o circo político-mediático de cada dia.
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