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JornalistaPresidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos pede socorro e declaração de calamidade
O presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos, no distrito de Leiria, pediu esta quinta-feira socorro e a declaração de calamidade, e alertou que o concelho, devido ao mau tempo, está "a viver um dos piores momentos da sua história".
"Estou a ligar do telefone satélite dos bombeiros porque, efetivamente, não temos comunicações. Nenhuma rede móvel funciona nesta terra, neste concelho. Nós não temos possibilidade nenhuma de falar com o exterior e estamos neste momento a pedir socorro", afirmou à agência Lusa Carlos Lopes.
Carlos Lopes disse esperar que este pedido de socorro "possa chegar a todos aqueles que têm responsabilidades neste país, na área da Proteção Civil e na área da segurança das pessoas".
"Estamos, neste momento, completamente desesperados e não sabemos o que é que podemos fazer", adiantou.
Segundo o autarca, o concelho tem "um rasto de destruição por todo o território".
Falta de energia elétrica mantém cinco escolas fechadas em Castelo Branco
Cinco escolas do concelho de Castelo Branco continuam esta quinta-feira encerradas por falta de condições de funcionamento, nomeadamente falta de energia elétrica, informou a Câmara Municipal.
"Após avaliação técnica efetuada no terreno, não se encontram reunidas as condições necessárias para a reabertura de alguns estabelecimentos de ensino no concelho", anunciou o município de Castelo Branco.
Apesar de todos os esforços desenvolvidos para repor a normalidade, os estabelecimentos de ensino e jardins de infância em Sarzedas, Cebolais de Cima e Retaxo, Alcains, Malpica do Tejo e Salgueiro do Campo encontram-se fechados.
A autarquia explicou ainda que, em relação ao estabelecimento escolar de Salgueiro do Campo, irá ainda avaliar a situação durante a manhã desta quinta-feira.
"A situação está a ser acompanhada de perto, em articulação com as entidades responsáveis, estando a reabertura dependente da reposição dos serviços de eletricidade e comunicações".
O município salientou ainda que as equipas municipais, em colaboração com as direções escolares e restantes entidades competentes, "procederam às verificações das infraestruturas, acessos e condições de funcionamento, confirmando a possibilidade do regresso das atividades letivas".
Apesar da aparente normalização da situação, a Câmara de Castelo Branco recomenda a adoção de comportamentos preventivos, nomeadamente atenção a eventuais ocorrências relacionadas com as condições meteorológicas recentes.
"O Serviço Municipal de Proteção Civil continuará a acompanhar a evolução da situação e apela à colaboração de todos, solicitando que qualquer ocorrência relevante seja comunicada às autoridades competentes".
Queda de árvore esmaga carro e corta EM 530 no concelho de Montemor-o-Novo
A queda de uma árvore de grande porte esmagou esta quinta-feira um carro no concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora, obrigando ao corte da Estrada Municipal (EM) 530, informou o presidente da junta de freguesia de Cortiçadas de Lavre.
De acordo com Augusto Pascoal, o condutor do veículo saiu ileso, depois de uma árvore de grande porte ter tombado e deixado o seu carro, especialmente na parte traseira, "completamente esmagado".
"A árvore de grande porte caiu por volta das 07h00, na Estrada Municipal 530, que liga Cortiçadas de Lavre a Vendas Novas. Caiu na zona da herdade de Ferrarias", descreveu.
Segundo o autarca, esta é uma estrada municipal que tem diariamente "muito trânsito".
"A GNR e a Proteção Civil estão lá, bem como os serviços da Junta de Freguesia, para retirar a árvore", concluiu.
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Escolas reabrem em Alijó, Montalegre e Vila Pouca de Aguiar
Os alunos dos concelhos de Alijó, Montalegre e Vila Pouca de Aguiar regressaram esta quinta-feira às aulas depois de, na quarta-feira, as escolas terem ficado fechadas por precaução por causa da queda de neve.
A depressão Kristin levou a neve e a chuva ao distrito de Vila Real, com impacto na atividade letiva e nos transportes escolares.
Em consequência, as escolas de Alijó, Montalegre e Vila Pouca de Aguiar não abriram e os transportes escolares não se realizaram e, em Boticas, devido à intensidade da queda de neve nas zonas altas do concelho, não foi possível fazer os transportes escolares.
Um dia depois, segundo informações recolhidas pela Lusa localmente, as escolas reabriram e estão esta quinta-feira a funcionar com normalidade.
Câmara de Pedrógão Grande apela ao uso racionado de água
A Câmara de Pedrógão Grande, que já ativou o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, apelou esta quinta-feira ao uso responsável e racionado da água, na sequência da passagem da depressão Kristin.
Sem energia elétrica desde a madrugada de quarta-feira, o município de Pedrógão Grande tem estado igualmente sem comunicações móveis.
Numa nota nas redes sociais publicada esta quinta-feira às 08h00, esta Câmara do distrito de Leiria lembrou que, "tendo em conta a falha da rede elétrica, poderão ocorrer constrangimentos no abastecimento público de água, situação que será restabelecida com a maior brevidade possível".
Nesse sentido, apelou a que não haja consumos excessivos.
"As principais vias encontram-se desobstruídas, nomeadamente IC8, EN2, EN350, ER236, EN236-1 e CM1160, ainda que com limitações e presença de obstáculos em vários locais. As restantes vias secundárias ainda apresentam constrangimentos, encontrando-se as equipas no terreno a proceder às intervenções necessárias".
A Câmara disse ainda que, "não sendo possível garantir, neste momento, condições de segurança, e desconhecendo-se quando o fornecimento de energia será totalmente restabelecido, as escolas do concelho manter-se-ão encerradas durante o dia de hoje".
"Informa-se a população que a recolha de resíduos urbanos, tanto indiferenciados como dos ecopontos, se encontra atualmente com constrangimentos, em resultado da tempestade. Apela-se à colaboração de todos para que não sejam depositados resíduos fora dos contentores, de forma a evitar riscos para a saúde pública e facilitar o trabalho das equipas no terreno", refere também.
Derrocada corta Rua 1.º de Maio em Porto Brandão
Uma casa devoluta ruiu devido ao mau tempo na Rua 1.º de Maio, em Porto Brandão, na Costa da Caparica, esta quarta-feira.
O alerta para os Bombeiros da Trafaria foi dado pelas 23h00 de quarta-feira. A ocorrência obrigou ao corte da via, até que seja possível proceder à limpeza da mesma.
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Margarida Ponte Silva
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Cerca de 450 mil clientes da E-Redes continuavam sem energia pelas 08h00
Cerca de 450 mil clientes da E-Redes em Portugal continental estavam às 08h00 desta quinta-feira sem eletricidade, com o distrito de Leiria a concentrar a maior parte das situações, segundo a empresa.
"O distrito de Leiria sofre o maior impacto com 300 mil clientes afetados. No resto do território continental a incidência regista-se nos distritos de Santarém, Coimbra e Castelo Branco", de acordo com a empresa, numa informação enviada à Lusa.
A E-Redes lembra que "a rede elétrica foi bastante impactada pelas condições meteorológicas adversas provocadas pela depressão Kristin na quarta-feira, causando vários danos na infraestrutura física de distribuição de eletricidade", chegando a estar um milhão de clientes sem energia.
"Neste momento [cerca das 08:00] estão cerca de 450 mil clientes sem energia", refere a E-Redes que sublinha que "na zona de Leiria a rede foi muito afetada, tendo havido a queda de postes e linhas de alta tensão, que demoram mais tempo a reparar, e que limitam o restabelecimento do abastecimento na média e baixa tensão".
A empresa justifica ainda que "as condições meteorológicas mantêm-se adversas, o que motiva o aparecimento de avarias em outras zonas do país para além de Leiria".
"A E-Redes tem equipas operacionais a trabalhar em contínuo no terreno, estando a haver um reforço de pessoas e equipamentos na zona Centro do país, vindos de outras áreas, continuando cerca de 1.200 operacionais no terreno", termina.
Proteção Civil registou 192 ocorrências entre as 00h00 e as 08h00
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou 190 ocorrências, entre as 00h00 e as 08h00 relacionadas com o mau tempo, a maioria na região de Coimbra e Leiria, disse à Lusa José Miranda.
"Entre as 00h00 e as 08h00 foram registadas 192 ocorrências, 79 das quais quedas de árvores, 62 inundações de via e 28 quedas de estruturas", adiantou José Miranda, da ANEPC, acrescentando que esta noite, comparativamente ao dia de quarta-feira, foi mais calma.
A região mais afetada foi a de Coimbra com 53 ocorrências, seguida da de Leira com 23, e pelas Beiras e Serra da Estrela com 15.
"As restantes ocorrências foram registadas um pouco por todo o território do continente. Quanto a estradas, municipais há muitas interditas, mas ainda estamos a recolher informação", indicou.
Escolas de vários concelhos da Região de Leiria continuam fechadas
As escolas dos concelhos de Ansião, Marinha Grande, Pedrógão Grande e Pombal continuam esta quinta-feira fechadas devido ao mau tempo, de acordo com informação das respetivas Câmaras nas redes sociais.
"Não havendo previsão do restabelecimento das condições para o normal funcionamento das escolas do concelho, informa-se que todos os estabelecimentos de ensino se mantêm encerrados esta quinta-feira [hoje]", revelou o Município de Pombal.
No caso do concelho da Marinha Grande, a situação é a mesma, desconhecendo-se a data de reabertura dos estabelecimentos de ensino.
Já em Pedrógão Grande, a Câmara divulgou que, "face aos efeitos da depressão Kristin, a escola estará encerrada" esta quinta-feira, enquanto no concelho de Ansião, as escolas vão estar fechadas até domingo.
Devido às dificuldades nas comunicações, a Lusa não conseguiu contactar outras Câmaras, sendo que em Leiria decorre uma pausa letiva do calendário escolar semestral.
Região de Leiria com dezenas de pequenas inundações
O Comando sub-regional de Emergência e Proteção Civil da Região de Leiria regista esta quinta-feira "algumas dezenas de ocorrências relacionadas com pequenas inundações" por falta de telhados em habitações devido à depressão Kristin.
"A esta hora [06h45] começam a surgir algumas dezenas de ocorrências relacionadas com pequenas inundações, motivadas não pela chuva excessiva, mas, principalmente, pela falta de telhados" em habitações, afirmou à agência Lusa o 2.º comandante sub-regional, Ricardo Costa.
Segundo Ricardo Costa, haverá "muitas centenas e, eventualmente, milhares de casas que terão problemas nos telhados".
"As pessoas estão a pedir ajuda, tendo em conta que chove continuamente, não muito forte, mas está a causar muitos danos nas habitações", referiu.
Explicando que "são situações em que não é fácil haver uma intervenção dos bombeiros, porque o nível de água dentro das habitações é muito baixo", Ricardo Costa garantiu, contudo, que "estão a ser sinalizadas".
"Nas mais emergentes ou em que a quantidade de água assim o justifica, são despachados meios, mas, neste momento, estão a ser definidas prioridades e é nisso que continuamos a trabalhar", declarou.
Reconhecendo que depois do vento de quarta-feira sucede hoje a chuva, Ricardo Costa observou que "há muitas casas que têm sistemas de bombagem nas suas garagens, têm poços autónomos, que normalmente efetuam a sua retirada de água", mas, não havendo energia elétrica, há "um conjunto de problemas acumulados que advêm do temporal".
Este responsável da Proteção Civil da Região de Leiria esclareceu que durante a noite prosseguiram trabalhos de limpeza dos principais eixos rodoviários, alertando que há vias municipais em que "ainda não é possível circular".
"Pedimos à população que se mantenha junto das suas habitações, tentem ajudar os vizinhos, tentem ajudar a reparar aquilo que foram os danos ou os pequenos danos que tiveram, porque, naturalmente, ainda não foi possível aos serviços municipais e aos corpos de bombeiros chegarem a todas as situações", adiantou.
Explicando que foram definidas prioridades, no âmbito do abastecimento de água e de energia, como estabelecimentos prisionais, hospitais, lares ou centros de diálise, Ricardo Costa assinalou que estes casos estão "a ser supervisionados e apoiados pelos serviços municipais".
"Gradualmente, nos próximos dias, porque estamos a falar de dias, vão ser resolvidas, mas com bastante tempo e muito trabalho pela frente" as outras situações, acrescentou o 2.º comandante sub-regional.
Seis desalojados no concelho da Batalha devido a danos do mau tempo. Rede Siresp deixou de funcionar
O mau tempo registado na quarta-feira provocou seis desalojados no concelho da Batalha, onde a rede Siresp deixou de funcionar, afirmou à agência Lusa o presidente daquele município do distrito de Leiria.
"O Siresp [Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal] funcionou de manhã e à tarde deixou de funcionar. Nunca mais voltou a funcionar, a não ser em algumas zonas em São Mamede", disse André Sousa.
O autarca da Batalha, que falava à Lusa depois das 22h00 de quarta-feira a partir de Fátima, no concelho vizinho de Ourém, para onde se deslocou para ter rede de telemóvel, precisou que "a rede Siresp funcionou desde as 05h00 até às 11h00, 12h00".
"A partir daí, deixou de funcionar completamente, a não ser em algumas zonas em São Mamede", reafirmou.
Destacando que a "principal notícia" é que o concelho não registou vítimas, o presidente da Câmara referiu que há "seis desalojados, mas todos eles encontraram solução".
Presidente do Município de Alvaiázere, no distrito de Leiria, fala num "cenário catastrófico"
O presidente do Município de Alvaiázere disse que o concelho tem um "cenário catastrófico" e referiu que foi sem apoio regional ou nacional que os agentes locais da Proteção Civil responderam ao embate da depressão Kristin.
"Em Alvaiázere, temos um cenário catastrófico com centenas de habitações muito danificadas estruturalmente, algumas pessoas desalojadas", afirmou João Paulo Guerreiro, na quarta-feira, pelas 23h00, em conversa telefónica com a Lusa a partir de Leiria, onde conseguiu ter rede de telemóvel.
De acordo com João Paulo Guerreiro, na quarta-feira conseguiu-se desobstruir estradas, "das principais até às secundárias", mas, ainda assim, "ficaram [vias] muito secundárias" por desimpedir.
"Montámos uma zona de acolhimento que, neste momento, está com cinco pessoas, com apoio médico, com apoio psicológico, e estamos, infelizmente, sem eletricidade e sem comunicações", referiu o autarca.
O presidente da Câmara adiantou que a "principal prioridade é terminar os trabalhos de remoção das dezenas de milhares de árvores caídas", assim como "manter a segurança das pessoas e restabelecer a normalidade na eletricidade e na comunicação".
Linhas ferroviárias do Norte, Beira Baixa e Oeste mantêm-se suspensas
A circulação nas linhas ferroviárias do Norte, entre Lisboa e Porto, para os comboios de longo curso, da Beira Baixa e do Oeste mantinham-se às 06h30 desta quinta-feira suspensas devido a problemas causados pelo mau tempo, segundo a CP.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) disse à Lusa, cerca das 06:30, que não forma registadas durante a noite "ocorrências significativas".
O 'site' da ANEPC regista, contudo, cerca de uma centena de ocorrências, muitas ainda de quarta-feira.
Na sua página na rede social Facebook, a CP indica que devido à passagem da depressão Kristin pelo território continental a circulação nas Linhas da Beira Baixa, do Oeste e do Norte, entre Porto e Lisboa, para os comboios de longo curso e serviço regional entre Coimbra B e Entroncamento continuam suspensas.
Força Aérea tenta restabelecer normalidade na Base Aérea de Monte Real após danos causados pela depressão Kristin
A Força Aérea está a tentar restabelecer a normalidade da atividade da Base Aérea N. 5 em Monte Real, Leiria, depois desta unidade ter sofrido na quarta-feira "danos significativos", mas sem deixar feridos, causados pela tempestade.
Apesar do impacto, a "Força Aérea mantém operacional a missão de defesa aérea do país", refere em comunicado este ramo das Forças Armadas portuguesas.
É adiantado que a Força Aérea começou "a atuar de imediato para restabelecer a normalidade da atividade da Unidade, dando prioridade à segurança dos militares e trabalhadores civis que ali prestam serviço".
A passagem da depressão Kristin afetou de forma muito significativa a zona de Leiria, "com Monte Real a registar impactos notáveis", incluindo na Base Aérea, que sofreu danos significativos dos quais não resultaram feridos, cingindo-se a danos materiais avultados.
Nesta base aérea foi registada uma rajada de vento de 178 quilómetros por hora, um valor acima dos registados na quarta-feira pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera em toda a sua rede.
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