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"Excelente cooperação com todos os agentes no terreno": Montenegro visita zonas afetadas pela depressão em Leiria

Primeiro-ministro manifestou intenção de um regresso rápido à normalidade, e elogiou o trabalho dos autarcas.

Atualizado a 29 de janeiro de 2026 às 14:05
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'Excelente cooperação com todos os agentes no terreno': Montenegro visita zonas afetadas pela depressão em Leiria

O primeiro-ministro Luís Montenegro visitou, esta quinta-feira as zonas mais afetadas de Leiria, após a passagem da depressão Kristin por Portugal. 

O primeiro ministro destacou a "excelente cooperação com todos os agentes no terreno", em particular os autarcas dos municípios mais afetados. "Têm cumprido a sua tarefa de trabalho próximo com as populações", disse.

O chefe do Governo manifestou o desejo de que "o regresso à normalidade seja rápido", ainda que sem se poder comprometer com prazos concretos para o restabelecimento dos abastecimentos de água e de energia às populações afetadas.

"Queremos que o quanto antes as pessoas tenham acesso à energia. Não vale a pena estar a criar expectativas, o que posso dizer é que se está a fazer o maior esforço possível", disse. Nesse sentido, confirmou que estão a ser mobilizados geradores para as zonas afetadas, até que os sistemas normais possam ser restabelecidos. "Estamos a salvaguardar o essencial", afirmou, acrescentando que metade das comunicações perdidas já foram entretanto restabelecidas.

Montenegro, que visitou alguns dos locais e estruturas mais afetados de Leiria, destacou o trabalho das autoridades, desde a prevenção à resposta durante o pior da depressão. Afirmou ainda que vários processos estão "a acontecer ao mesmo tempo", desde a contabilização dos danos causados à definição de financiamento para dar resposta aos trabalhos de recuperação, e quanto é que esse esforço irá custar aos cofres do Governo.

Sublinhou também a eventuais ocorrências que ainda podem vir aí. "Apesar do pior já ter passado, estamos a antecipar problemas, nomeadamente cheias e inundações, que serão inevitáveis nos próximos dias", disse, frisando que a natureza do fenómeno dos últimos colocou uma pressão excecional sobre os serviços de resposta.

Ecoando as palavras do autarca de Leiria, que frisou que a recuperação vai levar tempo (em alguns casos extremos meses), o primeiro-ministro sublinhou que, no global, a expectativa é positiva. "Apesar de haver uma ou outra situação dramática, a nossa capacidade de resposta coletiva está a ser muito grande e dá-nos todas as razões para termos esperança", afirmou.

Publicada originalmente a 29 de janeiro de 2026 às 13:23

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