Marcelo diz que próximo Presidente terá "tarefa mais complicada" num mundo e Europa em que a política é mais "difícil"
Atual chefe de Estado considerou ainda que "as campanhas [presidenciais] estão cada vez mais intensas".
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, referiu que "o mundo está mais imprevisível", assim como a Europa, o que torna a política "mais difícil". Em declarações aos jornalistas na manhã desta sexta-feira, Marcelo apontou ainda que o próximo Presidente, a votos no próximo domingo, "terá uma tarefa mais complicada" do que o atual Chefe de Estado.
"Olhando para o presidente que vai ser eleito, é mais difícil a tarefa que ele tem do que a que eu tive", apontou o Presidente em declarações aos jornalistas.
O atual chefe de Estado considerou ainda que "as campanhas [presidenciais] estão cada vez mais intensas" e que se chega ao período de apelo ao voto de uma forma "muito emocional" e de confronto, considerando por isso necessário o dia de reflexão, que acontece no sábado.
Questionado sobre o contexto de crescente tensão internacional, nomeadamente a situação na Venezuela e também na Gronelândia, Marcelo referiu que a posição do Governo português após o ataque dos EUA "foi articulada" com o atual chefe de Estado" desde o início e que reiterou que "se devia respeitar o direito internacional".
Quanto às ameaças do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o território da Gronelândia, Marcelo disse que "tudo o que seja uma intervenção que signifique o desrespeito" por esse mesmo direito, "não pode ser aceita nem subscrita" por Portugal.
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